Como gerenciar os passivos trabalhistas


Para manter a saúde financeira da empresa, é fundamental adotar uma política de gestão a fim de minimizar o impacto dos passivos trabalhistas. A falta de medidas preventivas pode comprometer o bom resultado econômico do negócio, com o pagamento de pesadas indenizações perante a Justiça do Trabalho.

A seguir, listamos oito medidas que protegem a empresa e funcionam como precauções para reduzir os riscos:

1. Acompanhar os passivos trabalhistas: Tenha uma equipe ou consultoria que acompanhe os processos judiciais da organização, principalmente os que estão em fase de execução. A medida preventiva ajuda a mensurar quais serão os gastos necessários que caberão à empresa, o que ajuda a provisionar essa reserva orçamentária. Ao automatizar o fluxo, o responsável poderá até mesmo antecipar a negociação de acordos ou execuções, evitando que a companhia seja citada judicialmente.

2. Gestão de riscos: Calcular os riscos dos passivos trabalhistas deve ser uma rotina para toda corporação, independentemente do seu porte. Para isso, é fundamental acompanhar a legislação e estar a par de atualizações e acordos sindicais. A medida auxilia a empresa a lidar com eventuais processos, o que contribui para a eficiência e desempenho do negócio.

3. Provisão dos passivos: Para que a provisão dos passivos trabalhistas seja realizada da melhor forma, é importante que a companhia mantenha todos os dados atualizados sobre os seus funcionários, o histórico de cada um. Se houver qualquer problema, o responsável terá conhecimento dos detalhes em relação ao colaborador, e isso pode ajudar na hora de fazer negociações e acordos, em casos de problemas e/ou discrepâncias trabalhistas, trazendo uma maior agilidade aos processos e resolvendo pleitos, muitas vezes, sem a necessidade de intervenção judicial.

4. Organização de documentos e recibos: Como forma de comprovação de pagamentos e outros acordos trabalhistas, os colaboradores devem sempre assinar os documentos e recibos referentes a negociações e acertos. A correta gestão desse material garante à empresa a segurança necessária para se proteger em eventuais processos. Um escritório de contabilidade com um sistema seguro e eficiente é capaz de atender essa demanda, proporcionando mais tranquilidade à companhia.

5. Controle de ponto adequado: É uma questão de segurança tanto para a empresa, quanto para o colaborador. Um sistema de registro eletrônico permite que o ponto seja gerenciado, sem a necessidade de emissão de documentos e materiais físicos, como o livro de ponto.

6. Auditorias periódicas: Em conjunto com uma consultoria especializada, a empresa deve nomear representantes de cada área estratégica para auditorias periódicas. A medida visa checar o cumprimento da legislação trabalhista, eventuais riscos de passivos a serem negociados, além de outras questões gerenciais que podem afetar o desempenho do negócio.

7. Parcerias profissionais: Para se concentrar no seu core business, o ideal é que a empresa tenha parceiros especializados para gerenciar determinadas áreas. Uma consultoria terceirizada para gestão contábil é capaz de administrar todos os elementos relativos ao negócio.

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